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Brasil

Governo Federal investiu R$ 532,5 milhões em infraestrutura de rodovias no AM

Uma das principais obras de infraestrutura incluídas é a restauração da BR-174/AM, que liga Manaus (AM) a Boa Vista (RR) (Foto: divulgação/DNIT)
Uma das principais obras de infraestrutura incluídas é a restauração da BR-174/AM, que liga Manaus (AM) a Boa Vista (RR) (Foto: divulgação/DNIT)

MANAUS (AM) — Em 2024, o Governo Federal investiu R$ 532,5 milhões na melhoria da infraestrutura de transportes do Amazonas, representando um aumento de 151% em relação a 2022, quando foram aplicados R$ 211,5 milhões nas rodovias e ferrovias do estado.

No primeiro ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2023, o investimento já havia saltado para R$ 563,5 milhões. Esses dados estão disponíveis no ComunicaBR, plataforma de transparência Governo Federal.

A retomada dos investimentos nas rodovias e ferrovias de todo o país teve um impacto fundamental com o lançamento do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No Amazonas, uma das principais obras de infraestrutura incluídas no programa é a restauração da BR-174/AM, que liga Manaus (AM) a Boa Vista (RR).

Esta obra visa não só melhorar o estado atual da rodovia, mas também garantir facilidade em manutenções futuras, impactando positivamente 2,47 milhões de moradores entre as duas cidades.

As obras iniciais na saída de Manaus até Presidente Figueiredo foram concluídas com um investimento federal de R$ 104,5 milhões.

Melhoria

O aumento do investimento federal nas estradas do país levou o Brasil a alcançar o melhor Índice de Condição da Manutenção (ICM) da malha rodoviária desde o estabelecimento da atual metodologia em 2016 pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Em maio de 2024, o ICM chegou a 70% de bom, contra 12% de ruim ou péssimo. O ICM é calculado a partir de levantamento de campo, classificando cada segmento em quatro categorias: péssimo, ruim, regular ou bom. O cálculo do ICM é composto pelo Índice de Pavimentação (IP), que representa 70% do valor final, e pelo Índice de Conservação (IC), que representa os 30% restantes.

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