Ailton não aceitava o término do casamento, ocorrido em dezembro de 2025. O crime revelou ser um plano meticuloso e frio, executado após a vítima tentar, sem sucesso, amparo do sistema judicial. Emiliane relatou que já havia denunciado o comportamento agressivo e controlador do ex-companheiro, mas teve seu pedido de medida protetiva indeferido por alegada falta de provas, deixando-a vulnerável. Dias antes do sequestro, o agressor alugou a casa usada como cativeiro, fechou seu próprio comércio, abandonou veículos e comprou um carro novo para despistar a polícia. O local estava abastecido com mantimentos suficientes para mantê-la aprisionada por anos. A jovem foi levada na tarde de segunda-feira (17), ao sair de uma clínica médica, e mantida constantemente dopada com antidepressivos, além de ter relatado sofrer repetidos estupros durante o período de desaparecimento.
A luta nos tribunais